Acho que nunca um ano foi
tão mal visto na internet como 2016. Sim, reconheço que foi um ano bastante
difícil. Crise econômica, crise politica, crise politica que alimenta ainda
mais a crise econômica, gente famosa que gostamos morrendo, acidentes de aviões.
Tudo isso gerou uma sombria atmosfera para este ano.
Eu mesmo fui afetado pela crise, passei por um triste momento de luto da família, me decepcionei com algumas pessoas, decepcionei algumas pessoas (sim, todos nós vamos decepcionar algum dia) e passei alguns momentos de sufoco – até assalto para variar (meu amigos que o digam). Mas pera lá, que o ano também teve muita coisa boa. Comecei a estudar inglês, fiz cursos edificantes para a minha fé, tomei algumas decisões que vão afetar o resto da minha vida, tive a oportunidade de participar de eventos incríveis, conheci um bocado de gente nova que vou levar pro resto da vida e apesar de não ter conseguido cultivar algumas amizades como gostaria eu acabei cultivando e conhecendo mais outras amizades que antes não dava tanta atenção.
Olhar para todo esse panorama me faz pensar como talvez seja uma injustiça com 2016 taxar ele como um ano assim tão ruim. Sei que cada um teve as suas dificuldades, mas creio que também teve suas alegrias. Isso me lembra de uma passagem curiosa de Eclesiastes, que diz “Quando os dias forem bons, aproveite-os bem; mas, quando forem ruins, considere: Deus fez tanto um quanto o outro, para evitar que o homem descubra qualquer coisa sobre o seu futuro.” (Ec 7.14). Talvez isso nos lembre de que 2016 foi simplesmente um ano comum. Por que todo ano precisa carregar aquelas marcas de sofrimento e também aqueles momentos de alegria – por que a vida é assim com momentos bons e ruins.
Talvez você olhe para as
coisas ruins do seu ano e pense que ele não tenha valido a pena. Mas um ditado
que li alguma vez em algum lugar que eu não lembro diz que “o que não nos mata
nos fortalece”. E talvez essa seja uma verdade importante que podemos ter
aprendido com este ano: Nossos sofrimentos nos trarão aprendizado e
crescimento. Talvez “a versão bíblica desse ditado” seja ainda mais clara neste
sentido: “Sabemos que Deus age em
todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de
acordo com o seu propósito” (Rm8.28). Isso nos ajuda a
compreender que de fato, não precisamos que tudo seja um mar de rosas, mas que
as tempestades têm algum lugar na nossa vida – e que elas também são dádivas de
Deus.Então, nesta perspectiva não
quero que 2017 seja um ano de felicidades, ou de prosperidades e esse tanto de
coisa que a gente deseja no ano novo. Isto por que numa perspectiva realista já
sei que não vai ser. Talvez ele seja menos problemático que 2016, mas creio que
para cada um de nós ele vai trazer os seus desafios, seus sofrimentos e suas
alegrias. Não por que 2017 tenha algo de especial, mas simplesmente por que a
vida é assim debaixo do sol.
O meu desejo para 2017 não é que ele seja um ano melhor. É que eu seja uma pessoa mais contente neste ano. Contente no sentido de saber me contentar e me alegrar com as coisas que receberei do meu Pai celeste neste ano – inclusive os momentos difíceis que também sei que virão. Que 2017 seja ano de ser mais grato à Deus, de aprender com os meus erros e acertos e de servir mais o próximo.
Eu mesmo fui afetado pela crise, passei por um triste momento de luto da família, me decepcionei com algumas pessoas, decepcionei algumas pessoas (sim, todos nós vamos decepcionar algum dia) e passei alguns momentos de sufoco – até assalto para variar (meu amigos que o digam). Mas pera lá, que o ano também teve muita coisa boa. Comecei a estudar inglês, fiz cursos edificantes para a minha fé, tomei algumas decisões que vão afetar o resto da minha vida, tive a oportunidade de participar de eventos incríveis, conheci um bocado de gente nova que vou levar pro resto da vida e apesar de não ter conseguido cultivar algumas amizades como gostaria eu acabei cultivando e conhecendo mais outras amizades que antes não dava tanta atenção.
Olhar para todo esse panorama me faz pensar como talvez seja uma injustiça com 2016 taxar ele como um ano assim tão ruim. Sei que cada um teve as suas dificuldades, mas creio que também teve suas alegrias. Isso me lembra de uma passagem curiosa de Eclesiastes, que diz “Quando os dias forem bons, aproveite-os bem; mas, quando forem ruins, considere: Deus fez tanto um quanto o outro, para evitar que o homem descubra qualquer coisa sobre o seu futuro.” (Ec 7.14). Talvez isso nos lembre de que 2016 foi simplesmente um ano comum. Por que todo ano precisa carregar aquelas marcas de sofrimento e também aqueles momentos de alegria – por que a vida é assim com momentos bons e ruins.
O meu desejo para 2017 não é que ele seja um ano melhor. É que eu seja uma pessoa mais contente neste ano. Contente no sentido de saber me contentar e me alegrar com as coisas que receberei do meu Pai celeste neste ano – inclusive os momentos difíceis que também sei que virão. Que 2017 seja ano de ser mais grato à Deus, de aprender com os meus erros e acertos e de servir mais o próximo.

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